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Olim-piadas e o nosso real "ranking"...
 
Escrito por Sávio às 16h34
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– alguém aí ainda não considera “ciclo econômico”?
http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2008/08/20/ult1913u94094.jhtm
20/08/2008 - 09h35
Brasil entra em fase de contração econômica, diz FGV
SÃO PAULO - O Índice de Clima Econômico (ICE) da América Latina manteve-se em trajetória de queda - saiu de 4,9 pontos em abril para 4,6 pontos em julho. Aliás, desde outubro de 2007, o indicador vem apresentando desaceleração, apontou a Fundação Getulio Vargas (FGV) em nota divulgada nesta quarta-feira.
O organismo destacou que a piora do ICE da América Latina "acompanha a tendência mundial", com o indicador do mundo indo de 4,6 pontos para 4,1 pontos entre abril e julho, mas ressalvou haver uma diferença importante.
"Na América Latina, a combinação de um Índice da Situação Atual satisfatório (acima de 5 pontos) com um Índice de Expectativas ruim (abaixo de 5 pontos) indica que a região está numa fase descendente do ciclo econômico. No mundo, tanto o ISA (4,7 pontos) quanto o IE (3,5 pontos) apontam deterioração das condições. A economia mundial teria atingido a fase recessiva do ciclo econômico", observou a FGV.
O ISA latino-americano foi de 5,8 pontos para 5,7 pontos entre abril e julho e o IE, de 4 pontos para 3,4 pontos.
Sobre o Brasil especificamente, o organismo revelou que o país "entra na fase de contração do ciclo econômico". O ISA ficou em 7,2 pontos contra os 7,9 pontos antecedentes. O IE marcou 3,8 pontos em julho ante os 5,1 pontos de abril. O resultado abaixo de 5 pontos sugere, conforme a FGV, que as condições econômicas para daqui a seis meses devem ser ruins. O ICE brasileiro situou-se em 5,5 pontos, inferior aos 6,5 pontos verificados em abril.
Apesar disso, o país continua bem posicionado no ranking do Índice de Clima Econômico, perdendo para Uruguai e Peru, por exemplo, onde o ICE equivaleu a 8 pontos e 7,8 pontos, respectivamente. No caso do Paraguai, o ICE foi de 5,8 pontos. Na outra ponta, com os indicadores mais baixos, figuraram Equador (ICE de 3,7 pontos) e Argentina (ICE de 2,7 pontos).
O ICE é feito em parceria do instituto alemão Ifo e a FGV e é composto por dois quesitos de natureza qualitativa, o ISA e o IE, que tratam, respectivamente, da situação econômica geral do país no momento e nos próximos seis meses.
(Valor Online)
Escrito por Sávio às 14h13
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Carapicuíba

Foto: Cristiano Mascaro (na Revista Cult)
Escrito por Sávio às 10h29
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http://diplo.uol.com.br/2008-08,a2516
As três crises
Cada vez mais intensos, os solavancos das finanças mundiais podem provocar crise sistêmica, e depressão semelhante à de 1929. A esta derrocada estão entrelaçadas a escassez de alimentos e da alta dos combustíveis. Vivemos as conseqüências de 25 anos de neoliberalismo. Mas quando diremos basta?
Ignacio Ramonet
Nunca havia acontecido antes. Pela primeira vez na história da economia moderna, três crises de grande amplitude – financeira, energética e alimentar – estão em conjunção, confluindo e combinando-se. Cada uma delas interage sobre as demais, agravando, de modo exponencial, a deterioração da economia real.
Por mais que as autoridades se esforcem em minimizar a gravidade do momento, o certo é que nos encontramos diante de um sismo econômico de magnitude inédita, cujos efeitos sociais, que mal começaram a se fazer sentir, explodirão nos próximos meses com toda a brutalidade. A numerologia não é uma ciência exata e o pior não costuma ser previsto, mas 2009 pode muito bem se parecer com o nefasto ano de 1929...
Como temíamos, a crise financeira continua aprofundando-se. Aos descalabros de prestigiosos bancos norte-americanos, como o Bear Stearns, o Merrill lynch e o gigante Citigroup, somou-se o recente desastre do lehman Brothers, quarto maior banco de negócios, que anunciou, em 9 de junho, um prejuízo trimestral de 2,8 bilhões de dólares. Como foi a primeira perda desde o lançamento de suas ações na Bolsa, em 1994, o resultado teve efeito de um terremoto financeiro, nos já violentamente traumatizados EUA.
A cada dia difundem-se notícias sobre novas quebras. Até agora, as entidades mais afetadas admitem prejuízos de quase 330 bilhões de dólares, e o Fundo Monetário Internacional estima que, para escapar da catástrofe, o sistema necessitará de cerca de 950 bilhões de dólares (o equivalente à metade do PIB do Brasil).
A crise começou nos Estados unidos, em agosto de 2007, com a desconfiança nas hipotecas de má qualidade (subprime) e propagou-se por todo o mundo. Sua capacidade de se transformar e se espraiar por meio da contaminação de complexos mecanismos financeiros faz com que se assemelhe a uma epidemia fulminante, impossível de controlar. As instituições bancárias já não emprestam dinheiro entre si. Todas desconfiam da saúde financeira de suas rivais.
Ao fugir dos mercados de ações e imóveis, os especuladores fazem apostas gigantescas em contratos para entrega futura de petróleo e alimentos. É a financeirização generalizada da produção capitalista
Apesar das injeções maciças de liquidez efetuadas pelos grandes bancos centrais, nunca se vira uma seca tão severa de dinheiro nos mercados. E agora o maior temor de alguns é uma crise sistêmica — ou seja, que o conjunto do sistema econômico mundial entre em colapso.
Da esfera financeira, o problema passou para o conjunto da atividade econômica. De um momento para outro, as economias dos países desenvolvidos sofreram um desaquecimento. A Europa encontra-se em franca desaceleração e os Estados Unidos estão à beira da recessão.
O setor imobiliário é onde melhor aparece a dureza desse ajuste. Durante o primeiro trimestre de 2008, o número de vendas de moradias na Espanha caiu 29%! Cerca de dois milhões de apartamentos e casas estão sem compradores. O preço das propriedades continua a desmoronar. O aumento dos juros hipotecários e os temores de uma recessão lançaram o setor numa espiral infernal, com ferozes efeitos em todas as frentes da imensa indústria da construção. Todas as empresas desses setores estão agora no olho do furacão. E assistem, impotentes, à destruição de dezenas de milhares de empregos.
Da crise financeira passamos à crise social. E políticas autoritárias voltaram a surgir. O Parlamento Europeu aprovou, em 18 de junho passado, a infame “diretiva retorno” [1]. Imediatamente, as autoridades espanholas declararam sua disposição em favorecer a saída da Espanha de um milhão de trabalhadores estrangeiros...
Em meio a essa situação de espanto, ocorre o terceiro choque do petróleo, com o preço do barril em torno de US$ 140. Um aumento irracional (há dez anos o barril custava menos de US$ 10) devido não apenas a uma demanda despropositada mas, especialmente, à ação de muitos especuladores, que apostam no aumento contínuo de um combustível em vias de extinção. Retirando-se da bolha imobiliária, que desinfla, os investidores alocam somas colossais em contratos para entrega futura de petróleo, o que pode levar o preço do barril a algo em torno de US$ 200. Ou seja: está ocorrendo uma “financeirizacão” do petróleo, com conseqüências como formidáveis aumentos de preços da gasolina, em muitos países, e a ira de pescadores, caminhoneiros, agricultores, taxistas e todos os profissionais mais afetados. Em muitos casos, eles exigem de seus governos ajudas, subsídios ou reduções dos impostos, com grandes manifestações e enfrentamentos.
Como se todo esse contexto não fosse bastante sombrio, a crise alimentar agravou-se repentinamente e chega para nos lembrar que o espectro da fome continua ameaçando quase um bilhão de pessoas. Em cerca de 40 países, a carência de alimentos provocou levantes e revoltas populares. A reunião de cúpula da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), foi incapaz, em 5 de junho, em Roma, de chegar a um consenso para retomar a produção de alimentos no mundo. Aqui também os especuladores, fugindo do desastre financeiro, têm parte de responsabilidade — porque apostam num preço elevado das futuras colheitas. Até mesmo a agricultura está se “financeirizando”.
Este é o saldo deplorável de 25 anos de neoliberalismo: três veneosas crises entrelaçadas. Já está na hora de os cidadãos gritarem: “Basta!”.
[1] "Europa se blinda ante los inmigrantes”, Sami Naïr, El País, Madri, 18 de junho de 2008.
Escrito por Sávio às 17h29
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Nos fios tensos da pauta de metal (Secos & Molhados)

Escrito por Sávio às 16h12
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Escrito por Sávio às 09h37
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Teatros incendiados, museus roubados...
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u434940.shtml
18/08/2008 - 17h11
Obra de Picasso foi abandonada por criminosos em margem de rodovia
PAULO TOLEDO PIZA Colaboração para a Folha Online
Os suspeitos pelo roubo das quatro obras levadas em junho passado da Estação Pinacoteca, na Luz, região central de São Paulo, abandonaram nas margens de uma rodovia a última obra a ser encontrada, a gravura "Minotauro, Bebedor e Mulheres", do espanhol Pablo Picasso.
De acordo com o diretor do Decap (Departamento de Polícia Judiciária da Capital), Aldo Galiano Júnior, em investigações sobre o roubo realizadas na favela Paraisópolis (zona sul), os policiais distribuíram telefones para que a população denunciasse pistas sobre o caso.
No final da tarde de sexta-feira (15), a polícia recebeu um telefonema indicando onde a obra seria deixada no km 13 da Raposo Tavares. Os policiais encontraram a gravura embrulhada em papel, no meio de um matagal, próximo a uma passarela.
A direção da Estação Pinacoteca foi comunicada somente nesta segunda-feira pela Polícia Civil. Segundo Galiano Júnio, o diretor da Pinacoteca do Estado, Marcelo Araújo, atestou que a obra é a que foi levada do museu e que está em bom estado de conservação.
Crime
O roubo na Estação Pinacoteca aconteceu no dia 12 de junho. Três suspeitos armados entraram no local e, em menos de dez minutos, renderam uma atendente, desaparafusaram as gravuras que estavam na parede, pegaram as demais telas e fugiram.
As outras obras roubadas e já recuperadas eram "Mulheres na Janela", de Di Cavalcanti, e "O Casal", de Lasar Segall, que estavam localizadas em uma casa em Guaianases, zona leste de São Paulo, no dia 6 de julho. No mesmo mês, julho, outra gravura de Pablo Picasso --"O Pintor e Seu Modelo"-- foi recuperada em um prédio de Itaquera, também na zona leste.
As quatro obras, que pertencem à Fundação José e Paulina Nemirovsky e estavam no 2º andar do prédio, estão avaliadas em R$ 1 milhão, segundo estimativa da Secretaria Estadual da Cultura.
Escrito por Sávio às 17h50
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Cultura em chamas

Um símbolo da cultura paulistana, o Teatro Cultura Artística incendiou-se.
Como? Quando? De que jeito?
Ah, essas coisas acontecem... Acidente... Incrível: como essas coisas acontecem?
Escrito por Sávio às 08h02
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1974

Escrito por Sávio às 04h10
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