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Da gravidade da crise

Jean, na Folha de S. Paulo de 22/10/2008
Escrito por Sávio às 14h11
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Escrito por Sávio às 12h33
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Eleições Municipais - 2º turno, o retorno
Como qualificar o processo re-eleitoral de Gilberto Kassab em São Paulo? O PT saiu para ganharcom Marta Suplicy e parece despencar do salto alto.
Kassab posa de bom-moço, e conforme o datafolha está praticamente eleito. Pelo outro lado, o PT não convence, não parece se renovar, os grupos estão encastelados na legenda e as candidaturas são também acordos entre amigos. Mais feudal que isso, eu não sei se existe. Ainda que o PT faça a crítica aos "feudos" do antigo PFL, atual DEM, o PT é isso aí e já faz tempo.
Acho que Marta paga o preço de seu anti-democratismo, sua auto-centralização; paga o preço de suas atitudes autoritárias com o conjunto da população e com o conjunto do funcionalismo público municipal.
Marta possivelmente perderá no próximo domingo, e em minha modesta opinião, São Paulo perde mais ainda.
Que o PT possa se reciclar de alguma forma, que surjam novas esperanças e organizações menos cegas pelo poder. E que o PT ponha as barbas de molho: nenhuma eleição é ganha antes do dia.
Que o Lula não se esqueça disso.
Escrito por Sávio às 12h30
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Eleições municipais - 1º turno
No próximo domingo, com as eleições municipais, ao menos três capitais darão início ao jogo eleitoral de 2010. Em minha opinião, as eleições de São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre selarão a sucessão presidencial. Nesse sentido, essas três capitais realizarão eleição de importância nacional. Todas as outras eleições revestem-se de importância local, independente da relevância da sucessao estadual, também em 2010.
O pior dessas eleições, ao menos na metrópole paulistana, foi a não realização do debate eleitoral pela Rede Globo de televisão. Dizer que em outras NOVE cidades o debate também não foi realizado é tentar minimizar a importância da eleição paulistana.
Joga-se em São Paulo o jogo da sucessão presidencial, mas joga-se também o futuro de uma das maiores cidades mundiais, portanto a maior metrópole brasileira. Uma cidade de contrastes e desigualdades gritantes, com problemas gigantescos e dantescos, submetida aos apetites políticos de gente mais interessada nas campanhas ao governo do Estado ou ao Governo Federal. Vide a eleição de J. Serra e sua herança maldita na cidade...
Vide a falta de projetos, a ausência de cuidados, de propostas para seus problemas e de seus habitantes. Vide a incoerência e a corrupção. Vide o que não há como ver: estamos caminhando rapidamente para o caos, para o aumento da violência, para a mais pura barbárie urbana.
Você que votará em São Paulo no próximo domingo, responda para si mesmo: qual é o vice de seu candidato preferido? Quais partidos apóiam a candidatura de seu escolhido? Quais são as suas três propostas mais relevantes? A quem ele serve ou serviu?
Pense nessas respostas, e vote consciente.
Escrito por Sávio às 16h42
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Glauco, na Folha de 31 ago 2008

Escrito por Sávio às 08h14
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Sem título

Laerte, na Ilustrada de 30 ago 2008
Escrito por Sávio às 17h15
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Coisa estranha

Escrito por Sávio às 16h23
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Os óculos do poeta

Escrito por Sávio às 15h57
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Um filme

Escrito por Sávio às 15h56
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Trampo, autor do graffiti abaixo, na Bienal de BH

Escrito por Sávio às 15h54
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1984 no photoshop

Escrito por Sávio às 08h39
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Arte Postal

Escrito por Sávio às 08h37
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Sem título

Escrito por Sávio às 08h32
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De ruim a muito pior...
Do blog da Rosely Sayão
http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/index.html
25/08/2008
O quadro negro da educação escolar brasileira
A Revista Veja publicou, na semana passada, uma reportagem a respeito da educação brasileira baseada em pesquisa que encomendou à CNT/Sensus. De modo bem resumido: o resultado aponta que o ensino escolar brasileiro é aprovado por professores, pais e alunos tanto da escola pública quanto da privada.
Qual o problema de tal parecer de todos os envolvidos na questão do ensino escolar? É que o resultado das avaliações das quais o alunado brasileiro participa mostra que o conhecimento que eles têm é de baixo, bem baixo nível, comparado ao de alunos de outros países. Só como exemplo: o Brasil está em 52º lugar em ciências e em 53º em matemática em uma lista de 57 países. Isso quer dizer que os melhores alunos brasileiros ficam nas últimas colocações em tais avaliações.
O que os pais podem fazer para ajudar a melhorar esse quadro? Em primeiro lugar, cobrar da escola que seus filhos freqüentam que esta ensine aos seus alunos - e exija a realização diária - os requisitos necessários ao trabalho intelectual. Atenção, concentração, persistência, esforço são, entre outras características, aspectos importantes do aprendizado. Disciplina para e pelo trabalho é o que deve ocorrer na escola.
Quando entro em uma sala de aula e vejo alunos fazendo lições ou assistindo à aula balançando constantemente a carteira, brincando com o material desnecessário que carrega consigo, sentados de qualquer maneira e conversando freneticamente, constato que a disciplina para o trabalho intelectual não faz parte da exigência dos professores. E isso não se pode esperar que o aluno aprenda em casa porque é na escola que ele se inicia nessa função.
Outra coisa que chama muito minha atenção é que, quando o professor faz alguma pergunta a respeito do que está ensinando e os alunos respondem, os argumentos usados por eles são muitas vezes vazios de sentido, a linguagem é rasa e, mesmo assim, os professores aceitam o que os alunos dizem sem observação alguma.
Por outro lado, os pais precisam de distanciamento da escola para ter uma visão crítica do trabalho que ela realiza. Hoje, o mais comum é que os pais desenvolvam uma afetividade pela escola muito estimulada pela proximidade com os profissionais que lá trabalham, que os alunos aprendam a gostar dos professores e, assim, a submissão aos afetos compromete a visão crítica do que lá acontece.
Precisamos e podemos mudar, mesmo que vagarosamente, esse quadro. As novas gerações brasileiras merecem um ensino melhor, praticado com seriedade e o rigor que o conhecimento exige. A hora de brincar na escola é a hora do recreio. Durante as aulas, é hora de trabalho, trabalho e mais trabalho.
Como eu já disse, as crianças não são de cristal: elas agüentam, sim, aprender e estudar sem que o clima da sala de aula seja parecido com o do recreio.
Escrito por Sávio às 12h17
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Olim-piadas e o nosso real "ranking"...
 
Escrito por Sávio às 16h34
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